Pierre Lévy, l’intelligence collective – France Culture – (ré)écouter – France Culture

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Le jour va bientôt se lever pour une civilisation qui se concevra elle-même comme un sujet cognitif à l’échelle planétaire. L’intelligence vivante (et non pas l’intelligence artificielle!) d’une grande civilisation numérique nous attend dans un avenir qui n’est pas si lointain, avec les communautés qui l’animent et les individus qui la portent.


pierre levy, no seu blog http://pierrelevyblog.com/2014/02/03/causerie-debat-sur-ieml-et-les-ecosystemes-didees/

Rodrigo Mesquita‘s insight:

neste link http://www.franceculture.fr/emission-place-de-la-toile-pierre-levy-2014-02-15, podcast para uma boa conversa com pierre levy sobre inteligência coletiva na era da rede, com uma edição musical fantástica.

Cela fait approximativement 5 ans que j’ai contacté Pierre Lévy (page Wikipédiablog@plevy sur Twitter) pour la première fois en lui demandant quand il passerait par chez nous. Je pensais que cela prendrait quelques mois, il aura fallu 5 ans. Ce qui m’intéressait alors, et qui m’intéresse toujours, c’est qu’il est un pionnier de la réflexion philosophique sur Internet. En particulier dans la sphère francophone. Dès le début des années 90, il a pris Internet au sérieux et l’a interrogé avec les armes de la philosophie. Ce qui l’a guidé à l’époque, et continue à le guider, c’est la notion d’intelligence collective. Intelligence collective comme phénomène à l’œuvre dans les réseaux, mais aussi comme possible à construire, avec des outils théoriques aussi bien que logiciels.


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Brands aren’t the only ones becoming publishers and doing journalism — advocacy groups are too

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Advocacy and non-profit agencies like Human Rights Watch fall into a group that veteran media-watcher Dan Gillmor calls “almost journalists,” and they are expanding their ability to produce their own journalism in much the same way that brands and advertisers have been

Rodrigo Mesquita‘s insight:

Robert Thomson, CEO da News Corp, declarou ontem em matéria do The Guardian (http://www.theguardian.com/media/2014/mar/31/news-corp-robert-thomson-washington-post-journalists) que “os jornalistas de jornal não entederam que estamos num momento diferente da história”. E complementou dizendo que atuar nas plataformas digitais significa tocar as pessoas de forma diferente, sem comprometer a ética.

Recentemente, o presidente da NAA – Newspaper Association of America – reconheceu publicamente que a indústria jornalística (e eu acrescento os jornalistas também) como um todo menosprezou o movimento inciado há cerca de 15 anos quando a internet emergiu com os predicados que conhecemos. E que se isso tivesse ocorrido a indústria não estaria enfrentando a concorrência desenfreada que vem enfrentando e com certeza seria um dos principais vetores da construção da nova plataforma de informação, comunicação e articulação da sociedade, que não exclui velhos e novos mecanismos. eles convivem e vão conviver.

Como considero que a médio e longo prazo é este processo que vai determinar a democracia que vamos viver, que na minha opinião não prescindirá de jornalistas e jornalismo, publico este artigo da Gigaom, recomendando que sejam lidos os artigos aí citados e linkados de Dan Gilmour e Clay Shirinky, que tratam do mesmo assunto.

O processo que estamos vivendo – marcas, anunciantes, ongs, políticos, entidades, instituições e, ainda de forma bastante anárquica e muitas vezes superficial, os indivíduos em geral atuando com “jornalistas” na rede – abre novos caminhos para o jornalismo profissional. Entre eles, a cobertura profissional e isenta deste novo jogo de interesses. O jornalismo profissional continua sendo a intermediação entre o público e o poder. Precisamos agregar valor.

Publico e convido os membros desta comunidade a debaterem a questão.

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State of the News Media 2014 – Seis grandes tendências

1) Trinta das maiores organizações jornalísticas totalmente digitais reúnem cerca de 3.000 profissionais e uma das áreas de investimento é a cobertura global. A Vice Media tem 35 sucursais ao redor do mundo; o Huffington Post pretende passar de 11 para 15 edições internacionais este ano; O BuzzFeed contratou um editor de internacional para supervisionar a expansão em locais como Mumbai, Cidade do México, Berlim e Tóquio. A revista financeira online Quartz, que completou dois anos, tem repórteres em Londres, Bangcoc e Hong Kong, e sua equipe editorial fala 19 línguas diferentes. Isso ocorre em um momento de cortes de investimentos na cobertura internacional por parte da mídia tradicional. O tempo de transmissão nos telejornais sobre eventos internacionais em 2013 foi menos da metade do que era nos anos 1980. Com as marcas digitais de mídia aumentando suas equipes, os EUA podem ver o primeiro crescimento na cobertura internacional em décadas.

 

2) Até o momento, o impacto de novos fluxos de capital na indústria se concentra mais na criação de novos métodos de cobertura e envolvimento do público, e menos na criação de uma nova estrutura sustentável de faturamento. A indústria jornalística dos EUA gera pouco mais de US$ 60 bilhões anuais, de acordo com estimativas do estudo. A publicidade, no momento, representa cerca de dois terços do total, e a maior parte desse valor advém de modelos tradicionais. O faturamento com a audiência representa um quarto do total, e está crescendo tanto em valor financeiro como em share. Mas esse faturamento também emerge de um grupo de contribuidores que é menor e de baixo crescimento. Novas fontes incluem promoção de eventos e consultorias, que representam cerca de 7%, enquanto investimentos de fontes como “venture capital” e filantropia atingem apenas 1% do total. Uma parte da equação que merece ser explorada são os tipos de economias realizadas pelas startups de notícias, que surgem livres de infraestruturas herdadas, mas assumem custos novos como o desenvolvimento e manutenção de tecnologias.

 

3) Redes sociais e aparelhos móveis estão fazendo mais do que atrair consumidores para o processo — estão mudando a dinâmica do processo em si. Novos dados da pesquisa mostram que metade (50%) dos usuários das redes sociais compartilha ou repostam notícias, artigos, imagens e vídeos, enquanto quase a metade (46%) discute temas e eventos jornalísticos nas redes sociais. Com o crescimento na adoção de aparelhos móveis, os cidadãos estão agindo como importantes testemunhas de fatos jornalísticos como o atentado em Boston ou a crise na Ucrânia. Cerca de 1 a cada 10 usuários de redes sociais postaram vídeos de conteúdo jornalístico que eles mesmos produziram, segundo a pesquisa. E 11% de todos os consumidores de notícias online enviaram seus próprios conteúdos (incluindo vídeos, fotos, artigos ou textos opinativos) para sites de notícias e blogs. Mas também são muito relevantes as transformações em como as notícias funcionam nesses espaços. Em muitos sites sociais e em vários sites de notícias puramente digitais, as notícias são combinadas com todos os outros tipos de conteúdos — as pessoas “esbarram” nas notícias enquanto fazem outras coisas online. Esse “esbarrar” significa que existem oportunidades para as notícias atingirem pessoas que talvez não prestassem atenção a elas, mas essa função ficaria menos dependente das empresas jornalísticas. Apenas um terço das pessoas que veem notícias no Facebook acompanha uma empresa jornalística ou profissional específico. E poucos visitantes do Facebook, segundo outro estudo do Pew sobre tráfego de sites de notícias, vão depois visitar o site de notícias diretamente. Para os produtores jornalísticos, isso quer dizer que uma estratégia digital única não será o suficiente — tanto em termos de conquistar a audiência como criar uma base viável de faturamento.

 

4) Novos meios de narrativa (“storytelling”) oferecem oportunidades e desafios. Uma área em expansão em 2013 foi o vídeo de notícias online. O faturamento publicitário ligado aos vídeos online de forma geral (nenhuma empresa oferece dados específicos sobre os vídeos de notícias) cresceu 44% de 2012 a 2013, e deve continuar em crescimento. Atualmente, porém, a escala ainda é pequena, representando apenas 10% do faturamento publicitário digital nos EUA. O YouTube representa sozinho 20% desse faturamento, e o Facebook também entrou no mercado publicitário de vídeos online e deve atingir rapidamente uma fatia significativa desse setor. Em termos de alcance de audiência, um terço dos adultos nos EUA assistem vídeos de notícias online, mas o crescimento desacelerou consideravelmente. Depois de um pico de 27% entre 2007 e 2009, os quatro anos seguintes registraram crescimento de apenas 9%. Grandes distribuidores como YouTube e Facebook já abocanham uma parcela considerável desse público. Mesmo assim, alguns fornecedores menores estão realizando investimentos dignos de nota. O Huffington Post comemorou o primeiro aniversário do HuffPost Live, o Texas Tribune promoveu uma campanha via Kickstarter para gerar fundos para a cobertura em vídeo da sucessão ao governo do Texas, e a Vice lançou um portal multimídia para notícias em vídeo.

 

5) A televisão local, que atinge cerca de 9 em cada 10 adultos nos EUA, passou por grandes mudanças em 2013 — a maioria delas mal foi detectada pelo radar geral. Quase 300 canais de TV mudaram de mãos em 2013, por um valor total acima de US$ 8 bilhões. O número de estações vendidas foi 205% maior que em 2012 e o valor foi 367% maior, com grandes proprietários se tornando ainda maiores. Se todos os negócios forem aprovados, a Sinclair Broadcasting será dominante com 167 canais em 77 mercados dos EUA, atingindo quase 40% da população do país. David Smith, CEO da Sinclair, disse em um encontro da UBS em dezembro passado que a empresa quer crescer ainda mais – Smith gostaria que a Sinclair atingisse 80 ou 90% do território. Um dos grandes motivadores desses negócios é o aumento nos “fees” que as emissoras locais estão cobrando das operadoras de cabo pela retransmissão da programação. Os grupos Meredith (que possui 13 emissoras) e Scripps (que tem 19) disseram que seu faturamento com retransmissão quase triplicou nos últimos 3 anos. Em termos de programação, um resultado claro é que mais estações no mesmo mercado estão operando em conjunto e compartilhando mais conteúdo. No começo de 2014, os acordos de serviço comum já estavam presentes em metade dos 210 mercados locais dos EUA, comparado com apenas 55 em 2011. E um número menor de canais está produzindo seus próprios telejornais. O impacto final sobre o espectador é difícil de avaliar, mas os benefícios econômicos para as empresas são indiscutíveis.

 

6) Mudanças dramáticas na composição populacional dos EUA vão causar forte impacto sobre o jornalismo nos EUA, e os hispânicos são um grupo populacional que exemplifica essa transformação. A população hispânica nos EUA cresceu 50% de 2000 a 2012 –atinge hoje 53 milhões de pessoas. A maior parte desse crescimento se deve a nascimentos dentro dos próprios Estados Unidos do que novos imigrantes, revertendo a tendência de décadas anteriores. Como consequência, um percentual crescente dos hispânicos é nativo dos EUA, e fala inglês fluentemente. Diante dessa tendência, grandes grupos como ABC, NBC, Fox e Huffington Post lançaram áreas voltadas para os consumidores hispânicos. Desde 2010, seis empresas jornalísticas hispânicas foram criadas, todas controladas ou com parceria com um grande grupo de mídia geral do país. Algumas delas não tiveram sucesso — NBC Latino e CNN Latino são alguns dos fracassos mais destacados nesse setor. O site Fusion, uma parceria entre a ABC e a rede hispânica Univision, foi lançado inicialmente para a geração “millenial” hispânica, mas se expandiu para essa geração como um todo — atualmente, é o maior e mais diversificado grupo populacional nos EUA. Com os avanços dessas mudanças demográficas, também deve crescer o impacto sobre o ecossistema do jornalismo.

(Traduzido e editado pro Sergio Kulpas  a partir do site http://www.journalism.org/2014/03/26/state-of-the-news-media-2014-overview/)    

 

New technology, new money, new newsrooms, old questions: The State of the News Media in 2014

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Pew’s annual omnibus report finds that the transition to digital, and the influx of new money and new ideas, only represents a sliver of activity in the broader media.

Rodrigo Mesquita‘s insight:

In Pew Research Center’s latest State of the News Media report, just out, you get a glimpse of how the worlds of journalism and technology are continuing to merge and the impact that convergence has on the business and editorial prospects of media companies.

A majority of Americans now say they get news through a digital platform: 82 percent reported using a desktop or laptop, while 54 percent got news through mobile devices, according to Pew. Half of social media users share or repost news stories, while 46 percent discuss news on those sites. Audiences are also spending more time watching their screens: 63 percent of U.S. adults now watch online video, and of that, 36 percent watch news video.

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