Catrina Carta Kowarick é neta do Luiz Carta e filha da Patricia Carta e Ricardo Kowarick. Hoje, além de escrever para as revistas RG e Harper’s Bazaar Brasil, é estudante de Relações Internacionais na FAAP. Convive naturalmente com a profusão de mídias dos tempos contemporâneos. Dos jornais e revistas aos meios digitais.  Com quase toda a certeza, não é leitora do Ethevaldo Siqueira, que prevê a morte dos jornais impressos em cinco anos e, apesar de ser leitora de jornais, não esté preocuada com o modelo de negócios que os sustentam, nestes tempos de encruzilhada do futuro do presente. Ela, como está refletido no seu depoimento sobre como se informa no dia a dia, não tem que se preocupar com isso, pois está entrando no mercado de trabalho concomitantemente à formação do novo ecossitema da informação.

Cresci no meio editorial – entre revistas, mais especificamente – e me apaixonei por ele. Depois de muito relutar, acabei ingressando para este mundo. Mas não é só de luxo e moda que me interesso. Na verdade, acredito que para entendê-los a fundo é preciso ter noções, no mínimo básicas, de história, economia e antropologia, principalmente.

Para me informar, costumo ler as chamadas de capa dos dois jornais que assino (Estadão e Folha) de manhã antes de ir para a faculdade de Relações Internacionais. Eles ficam sobre a mesa onde o café da manhã é servido. Sim, ainda sou adepta aos jornais impressos. 

o celular, uma empresa de informação

 

 

 

 

 

 

 

Quando volto, costumo ler os editoriais e os cadernos de cultura, no caso, Caderno 2 e Ilustrada. Às segundas-feiras, saem as colunas da Lucia Guimarães e do Luiz Felipe Pondé nos respectivos cadernos, que, para mim, são leituras obrigatórias. Outro tema pelo qual me interesso bastante é gastronomia, sempre dou uma folheada nos cadernos Paladar e Comida, ambos saem às quintas.

 

 

o celular, uma empresa de informação

 

 

 

 

 

 

Ainda na mídia impressa, além de RG e Harper’s Bazaar, assino a Revista Piauí que gosto muito mas, infelizmente, nunca consigo ler ela de cabo a rabo. Veja e Carta Capital, confesso, tenho um pouco de preguiça, mas, vez ou outra, algumas matérias acabam chamando a minha atenção. A minha revista nacional preferida é, sem dúvida, a Serafina. Na televisão, gosto do Café Filosófico, que passa aos Domingos na TV Cultura.

 

 

o celular, uma empresa de informação

 

 

 

 

 

 

 

Navego em sites e blogs de assuntos variados, a maioria são internacionais sobre beleza, moda, lifestyle, arte e cinema. Nacional, gosto muito dos blogs do Xico Sá e Marcelo Rubens Paiva. Uso o Facebook para me comunicar com os meus amigos, não costumo postar coisas que dizem respeito a minha intimidade, dizer onde estou, com quem, no que estou pensando, etc. Este veículo é bom para expandir o networking, se promover profissionalmente ou postar algo em que você acredita que valem a pena serem divulgadas. Já encontrei muita coisa interessante via Facebook. Também tenho Twitter, mas não sou muito adepta. Na verdade, nunca tuitei nada. Gosto de seguir instituições e não pessoas. Dependendo da maneira de como ele é utilizado, pode ser um ótimo filtro para selecionar o que vale a pena ser visto na internet.