Dou uma olhada nos articulistas do Estadão, Folha e Valor

“Grandes portfólios de marcas até ontem independentes, como Unilever e P&G, estão demonstrando, via endosso, maior ligação entre a sua cultura organizacional e os seus produtos. Os dois grupos são exemplos de como as fronteiras entre a marca corporativa e a marca de produto ou serviço estão cada vez mais tênues. … Mas em época de sociedade em rede, tudo se sabe na velocidade do tempo real. Então, por prudência, melhor se antecipar à exposição, planejar e tirar partido da íntima relação entre a cultura corporativa e os produtos e serviços que ela é capaz de entregar para o mercado”.(Clique na imagem para ler a íntegra do artigo)

 

Ricardo Guimarães, o líder da thymus e inventor do branding no Brasil, é uma das minhas referências de processos em rede. Uma das minhas primeiras conversas sobre o ArticulaConfins, um espaço para abrir o debate sobre as profundas transformações que a plataforma de informação, comunicação e articulação da sociedade vem sofrendo em função da emergência da internet, a rede, a infraestrutura da era do conhecimento. Foi nesta conversa que comecei a elaborar o texto “Na Encruzilhada do Futuro do Presente“, que reflete a minha visão dos principais desafios que temos pela frente nestes tempos de crise, de mudança de uma época para outra, de um mundo para outro. E é também o eixo desta série de depoimentos de profissionais a estudantes sobre como me informo no dia a dia que venho publicando neste espaço.

Vamos ao seu depoimento.

No cotidiano, do começo ao fim do dia, as informações mais relevantes eu conto que as pessoas de convívio me tragam, via email ou presencialmente. Uso também ao longo do dia sem nenhuma disciplina o twitter, onde eu te sigo, que me leva a fontes diversas. No café da manhã, dou uma olhada nas opiniões dos articulistas do Estadão, da Folha e do Valor porque notícia mesmo já estava sabendo pela TV- Globonews, Globo e CNN no dia anterior.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Para outros assuntos frequento, no papel ou digital, a Wired, a Fast Company, a Utne Reader, a Adbusters, The Economist, Nature, Scientific American, Mother Jones, New Yorker e Newsweek. A maioria dessas revistas eu assino. De novo, conto muito com minha rede pessoal de relacionamento que me manda muito material.

Claro que não deixo de dar uma olhada em Veja, Época, Exame e Época Negócios. E Super interessante e Galileu!

Passo 10/12 horas por dia numa redação

Depoimento da Angela Bittencourt sobre como se informa no dia a dia para o Confins, na série na encruzilhada do futuro do presente, uma tentativa de abrir mais o debate sobre a crise que enfrentamos também em função da mudança da plataforma de informação, comunicação e articulação da sociedade.

Passo 10/12 horas por dia numa redação. Em mesa de tempo real. Basicamente o que sei (e não sei) vem do meu entorno, municiado por agências de notícias em tempo real, sites, blogs e infindáveis relatórios distribuídos por instituições financeiras – alguns já circulando em ritmo de tempo real e originados em várias partes do mundo.

Diariamente, há décadas, leio as primeiras páginas e as principais matérias dos cadernos de Economia e Política do Estadão e da Folha. Desde 2000, o Valor entrou no grupo. À exceção dos anos em que trabalhei no Banco Central, sempre dediquei espaço menor às publicações semanais. Mas não exatamente por julgar desnecessárias ou com pouco a acrescentar e sim pelo fortalecimento da cobertura de matérias especiais/analíticas pelos jornais.E, claro, pela falta de tempo.

Há anos não assisto a telejornais de TV aberta a não ser, eventualmente, na redação. Em casa, assisto à Globonews e CNN, mas raramente a um telejornal do início ao fim. Tenho o hábito de checar blogs do Wall Street Journal e do FT, em particular o Alphaville. O fato de escrever o tempo todo me mantém ligada a tudo o que é online, mas ainda não consegui aderir ao Twitter. Sou “analfabeta” em Cultura, mas simplesmente adoro o tabloide EU & FIM DE SEMANA do Valor. Ainda uso o velho e bom PC, iPad e Blackberry.