CONFINS

O tempo social é influenciado pela linguagem que restringe e fixa conceitos prévios e modos de pensar – uma defesa do tempo, Harold Innis

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O admirável novo mundo, o desafio. Um caminho sem volta.

A World Wide Web é o universo da informação acessível através da rede, a personificação do conhecimento humano. Tim Berners-Lee, o inventor da Web  e fundador do the World Wide Web Consortium (W3C).

 

Nestes infográficos, você tem uma síntese do que é hoje a plataforma dominante de informação, comunicação e articulaçãoda sociedade contemporânea. Ela não é causa da crise que estamos vivendo, que vai muito além da economia. Mas é um dos seus eixos: sua expansão e seu domínio pela sociedade é condição para o amadurecimento da era do conhecimento, com suas estruturas econômicas, sociais e políticas.

No livro Uma breve história do futuro, o economista e historiador Jacques Atalli reflete sobre este momento de transição que vivemos, com os agentes do mercado financeiro – bancos, seguradoras, empresas de cartão de crédito – com um poder desmesurado sobre a sociedade e sem regras claras de responsabilidade, mal reguladas também por causa da rede e da social media. Do fim da era industrial à democracia plena, se sobrevivermos.

Sinopse: Aproximadamente em 2060, ou mais cedo – a menos que a humanidade desapareça sob um dilúvio de bombas -, nem o Império Norte-Americano, nem o hiperconflito serão toleráveis. Novas forças, altruístas e universalistas, já atuantes hoje, tomarão o poder mundialmente, devido a uma premência ecológica, ética, econômica, cultural e política. Elas se rebelarão contra as exigências da vigilância, do narcisismo e das normas. Conduzirão, progressivamente, a um novo equilíbrio, dessa vez planetário, entre o mercado e a democracia a hiperdemocracia. Instituições mundiais e continentais organizarão a vida coletiva, graças a novas tecnologias. Fixarão limites ao artefato comercial, à modificação da vida e à valorização da natureza. O objetivo deste livro é mostrar que essa é, no entanto, a cara mais verossímil do futuro.

Se você ficou intrigado com esta edição desta matéria do Brian Solys, especialista em marketing na social media, vai gostar do livro do Atalli. Outra sugestão é McLuhan por McLuhan, da Edioro.

Sinopse: Uma seleção de conferências e entrevistas inéditas de McLuhan em livro. Permitem ao leitor acompanhar o desenvolvimento das idéias do profeta da globalização. Da criação do primeiro alfabeto fonético, uma mídia, e o fim da soceidade tribal à sua volta, num mundo de tal foma conectado que somos levados a surfar, numa cultura oral.  As opiniões que McLuhan nutria a respeito de sua própria obra e do mundo são complementos valiosos para as suas publicações. Com introdução de Tom Wolfe, convidado de honra da Bienal 2005, esta coletânea ajuda a entender a visão de McLuhan de que “as sociedades sempre foram mais moldadas pela natureza dos meios usados pelas pessoas para se comunicarem do que pelo conteúdo dessa comunicação”.

Se não conseguir comprar na Cultura ou na Edioro (links nos títulos), o sebo Estante Virtual é uma boa alternativa.

Me informo pela internet

Apesar de publicar o enxuto e objetivo depoimento do Beto Padiani sobre como ele se informa no dia a dia para ficar antenado, na série na encruzilhada do futuro do presente, o que eu gostaria mesmo é de estar navegando com ele pelo Atlântico ou fazendo alguma expedição por algum ponto perdido do mundo. Enquanto não consiguir viabilizar, continuarei trabalhando em projetos de informação em rede (Confins é um deles) e viajando na a viagem dos meus amigos.

Me informo pela internet. Pela manhã quando abro o computador, leio as notícias noEstadão.com.br. O que mais me interessa me
aprofundo. Dou uma espiada no Twitter e no Facebook. Depois leio meus e-mails que eventualmente trazem algo novo. No carro ouça a CBN e durante o dia no meu escritório acesso as noticias por diversos portais, como Terra, Estadão, UOL e Exame. Vejo televisão alguns dias à noite.

 

Celular, kindle, twitter e produtos em papel

Depoimento do jornalista Renato Cruz para o  Confins, na série na encruzilhada do futuro do presente. Uma tentativa de abrir um pouco mais  o debate sobre o novo ecossistema da informação e a crise da tradicional indústria jornalística, cujo modelo de negócios se sustentava na capacidade destes meio de articular públicos em torno de idéias, sonhos, problemas, consumo etc.

De manhã, dou uma olhada nos jornais brasileiros (Estadão, Folha, Valor, O Globo) pela internet. Normalmente, vejo as edições impressas somente mais tarde, na redação. Recebo por email as newsletters do New York Times, do Guardian, do Washington Post, do San Jose Mercury News, do Wall Street Journal, da Economist e do Financial Times, entre outros.

Ouço notícias no rádio do carro, normalmente para saber do trânsito. Tenho dezenas de blogs nacionais e internacionais assinados no Google Reader, mas o horário em que consulto isso depende um pouco do dia. O Twitter e o Facebook são fontes importantes de informação. No Twitter, tenho algumas listas privadas, por assunto, que me ajudam a organizar a informação.

A Wired é uma das poucas revistas que ainda leio regularmente no papel. Assino a Technology Review e o New York Review of Books no Kindle. Tenho lido muita não ficção em versão digital, principalmente no celular, na rua, enquanto espero para falar com alguém ou alguma coisa assim. Li no celular The Information, do James Gleick, e The Idea Factory, do Jon Gertner, por exemplo.

Notícia, notícia, notícia e o nosso tempo se esvai

Não sei quantos depoimentos já publiquei nesta série sobre como as pessoas se informam nestes tempos de rede para se manterem ligadas. Vai mais um, o da jornalista Beatriz Abreu. Junto com ele vai também meu incômodo com a certeza de que estamos perdendo alguma coisa importante das nossas vidas afogados por uma avalanche de informações, como nota com propriedade o professor Antonio Mendes Ribeiro no seu depoimento para o Confins: O dilúvio está aí, falta o Noé.

O objetivo da série de depoimentos, vale lembrar, é procurar abrir o debate sobre a crise de longa duração que estamos atravessando, a encruzilhada do futuro do presente, na perspectiva do Confins. Uma crise que se inicia com a disparada dos preços de petróleo na década de 70 e que, de lá para cá, tem momentos piores e melhores, mas persiste. Ela é o tempo de mudança de uma época para outra, da sociedade industrial para a do conhecimento. Da rede de distribuição de energia para a rede de construção e compartilhamento de conhecimento. Das plataformas de informação, comunicação e articulação lineares para as tridimensionais.

Distribuição implica hierarquia e poder,  compartilhamento significa uma nova ordem social. É este o principal fundamento dos novos tempos, que elucida para quem ainda não entendeu a resistência do status quo. Como diria Marshall McLuhan, “há uma excelente razão pela qual a maioria das pessoas prefere viver na era imediatamente anterior a elas: é mais seguro. Viver na vanguarda das coisas, na fronteira das mudanças, é algo apavorante”.

É hora de irmos para o depoimento da Bia, jornalista que foi (e é) o eixo do serviço de notícias para o mercado financeiro em tempo real da Broadcast em Brasília.

Eu adoro acordar com as notícias. Já no meu café da manhã acesso meus e-mails para checar informações enviadas por amigos, acompanho o noticiário em Tempo Real, checo os sites e inicio a leitura dos jornais.  Como a informação primária está nos conteúdos digitais, a leitura dos jornais me complementa, seja comparando como cada um abordou o tema mais importante do dia anterior, seja com a leitura de colunas,  artigos e editoriais da midia impressa.

Esse primeiro momento me atualiza e me deixa antenada sobre o assunto que vai ditar o noticiário econômico, político e temas relacionados ao dia-a-dia da população, principalmente na área de educação e saúde. Ao longo do dia, troco opiniões  com colegas do trabalho e amigos sobre o noticiário e, invariavelmente,  eles percebem um assunto ou fazem uma análise diferenciada. O noticiário em Tempo Real me mantém plugada na notícia, além do acesso aos sites dos principais jornais do país e as redes de relacionamento.

O twitter constitui um mundo de notícias. Muitas vezes, nem os sites publicaram. É interessante acompanhar o twitter porque, ao longo do dia e parte da noite, tudo gira por alí. A noite, quando já estou em casa acompanho o Telejornais e dou mais uma olhada nos sites. Bom, meu celular está sempre comigo e o acesso à internet me mantém concectada o tempo todo.

Nos fins de semana, além dos jornais, eu também me informo com a leitura das revistas semanais.

Sim, ainda sou adepta dos jornais impressos

Catrina Carta Kowarick é neta do Luiz Carta e filha da Patricia Carta e Ricardo Kowarick. Hoje, além de escrever para as revistas RG e Harper’s Bazaar Brasil, é estudante de Relações Internacionais na FAAP. Convive naturalmente com a profusão de mídias dos tempos contemporâneos. Dos jornais e revistas aos meios digitais.  Com quase toda a certeza, não é leitora do Ethevaldo Siqueira, que prevê a morte dos jornais impressos em cinco anos e, apesar de ser leitora de jornais, não esté preocuada com o modelo de negócios que os sustentam, nestes tempos de encruzilhada do futuro do presente. Ela, como está refletido no seu depoimento sobre como se informa no dia a dia, não tem que se preocupar com isso, pois está entrando no mercado de trabalho concomitantemente à formação do novo ecossitema da informação.

Cresci no meio editorial – entre revistas, mais especificamente – e me apaixonei por ele. Depois de muito relutar, acabei ingressando para este mundo. Mas não é só de luxo e moda que me interesso. Na verdade, acredito que para entendê-los a fundo é preciso ter noções, no mínimo básicas, de história, economia e antropologia, principalmente.

Para me informar, costumo ler as chamadas de capa dos dois jornais que assino (Estadão e Folha) de manhã antes de ir para a faculdade de Relações Internacionais. Eles ficam sobre a mesa onde o café da manhã é servido. Sim, ainda sou adepta aos jornais impressos. 

o celular, uma empresa de informação

 

 

 

 

 

 

 

Quando volto, costumo ler os editoriais e os cadernos de cultura, no caso, Caderno 2 e Ilustrada. Às segundas-feiras, saem as colunas da Lucia Guimarães e do Luiz Felipe Pondé nos respectivos cadernos, que, para mim, são leituras obrigatórias. Outro tema pelo qual me interesso bastante é gastronomia, sempre dou uma folheada nos cadernos Paladar e Comida, ambos saem às quintas.

 

 

o celular, uma empresa de informação

 

 

 

 

 

 

Ainda na mídia impressa, além de RG e Harper’s Bazaar, assino a Revista Piauí que gosto muito mas, infelizmente, nunca consigo ler ela de cabo a rabo. Veja e Carta Capital, confesso, tenho um pouco de preguiça, mas, vez ou outra, algumas matérias acabam chamando a minha atenção. A minha revista nacional preferida é, sem dúvida, a Serafina. Na televisão, gosto do Café Filosófico, que passa aos Domingos na TV Cultura.

 

 

o celular, uma empresa de informação

 

 

 

 

 

 

 

Navego em sites e blogs de assuntos variados, a maioria são internacionais sobre beleza, moda, lifestyle, arte e cinema. Nacional, gosto muito dos blogs do Xico Sá e Marcelo Rubens Paiva. Uso o Facebook para me comunicar com os meus amigos, não costumo postar coisas que dizem respeito a minha intimidade, dizer onde estou, com quem, no que estou pensando, etc. Este veículo é bom para expandir o networking, se promover profissionalmente ou postar algo em que você acredita que valem a pena serem divulgadas. Já encontrei muita coisa interessante via Facebook. Também tenho Twitter, mas não sou muito adepta. Na verdade, nunca tuitei nada. Gosto de seguir instituições e não pessoas. Dependendo da maneira de como ele é utilizado, pode ser um ótimo filtro para selecionar o que vale a pena ser visto na internet.

A neurose é brava (uma reflexão sobre como me informo)

Por Pedro Doria

Foi só parar para pensar em sua pergunta – sobre como me informo – que, descobri, ela é muito mais complexa de responder do que achei no primeiro momento. Por isso mesmo, é uma pergunta instigante.

No meu caso, levo em conta duas variáveis.

1. O momento do meu dia dita as ferramentas/plataformas que uso.
2. Há um régua que mede o nível de profundidade da informação: daqueles temas sobre os quais preciso conhecer muito, em que além de informação é preciso também uma bagagem de reflexão, até aqueles mais genéricos nos quais apenas saber da existência basta.

É claro que o fato de que sou jornalista de redação distorce meu exemplo.

Deixa eu começar pelas minhas necessidades de informação.

No Globo, meu principal trabalho é entender o presente digital e ao menos tentar imaginar o futuro. Então preciso acompanhar muito o que está acontecendo na imprensa aqui e no mundo, tanto do ponto de vista do jornalismo quanto do negócio. Sou também colunista de tecnologia no jornal e do Jornal das Dez, da GloboNews. E escrevo uma coluna semanal no Globo a Mais, nossa publicação para o tablet, sobre eleições americanas. Jornalismo, tecnologia e política americana são os assuntos nos quais tenho de mergulhar.

O Globo é o principal jornal do Rio e o Rio está sofrendo uma transformação profunda: é transformação econômica – um dos PIBs que mais cresce no país –, urbanística, cultural, demográfica. As vizinhanças estão todas mudando de cara, as lojas mudam, os sotaques presentes na cidade. Este é um processo que tenho de acompanhar para prestar um bom serviço para os leitores. Não é um tema sobre o qual escrevo recorrentemente, mas está no topo da minha lista de prioridades, junto com a crise econômica mundial e a política nacional. É o tripé de sustentação de um bom jornal – e me refiro a jornal, aqui, para além do papel.

Na sequência, mantenho no radar o que está acontecendo no futebol (embora o Flamengo não esteja trazendo lá muitas alegrias), todo mês compro um ou dois discos recém-lançados, acompanho algumas séries de TV e tento assistir a capítulos das que não acompanho; tento ter uma ideia do que está acontecendo nas principais novelas, embora não chegue as assistir; e procuro saber o que está na lista dos best-sellers. Não dá para ler tudo e há outros livros que prefiro ler, muitas vezes, mas no mínimo algumas resenhas leio. Estamos mergulhados num mundo em que referências culturais são importantes. Como jornalista, pertencer a este nosso tempo é parte do trabalho.

Aí vem a rotina diária.

Sou editor executivo. Assim, quando sento na cadeira de balanço da sala para ler o jornal de manhã, já conheço a primeira página – eu a recebi em PDF, por email, na noite anterior; participei da conversa sobre o que deveria estar nessa primeira página, quais as melhores fotos, já ouvi dos editores suas decisões a respeito do que abriria seus cadernos. O jornal da manhã, para mim, é o encerramento de um ciclo que teve início no dia anterior, com o site. Estou menos preocupado em me informar e mais preocupado com o que não temos, se no dia anterior nos escapou algum ângulo que devemos recuperar.

Na sequência, saio para correr. Com o iPhone e algum podcast ou audiolivro tocando. Ouço dois programas de rádio americanos com frequência semanal: This American Life, espécie de jornalismo literário feito para o rádio; e On The Media, que cobre a imprensa no mundo. Além destes, ouço os podcasts Planet Money (de economia); This is Politics e The Political Scene (o segundo é da New Yorker, ambos sobre política americana); TWiT e TWiG, ancorados pelo brilhante Leo Laporte, que reúne sempre uma mesa redonda inteligente para conversar sobre o noticiário de tecnologia. Sou assinante, ainda, da Audible.com, que me permite fazer o downoload de dois audiolivros por mês.

Chego na redação entre 10h e 11h e saio dela entre 19h e 20h. Se estou à mesa, tenho dois monitores na minha frente. Em um está um browser com três abas. Na primeira, a home do Globo; na segunda, a do portal Globo.com; na terceira um sistema de audiência em tempo real. No outro monitor estão email, o TweetDeck, e abas do browser que incluem Facebook, Google+ e inúmeros artigos e capas de sites de notícia.

As notícias quentes recebo, normalmente, por duas fontes. A primeira, e principal, é da própria redação. Qualquer grande redação, povoada com jornalistas competentes, ainda é uma baita antena voltada para o mundo. Mas a segunda fonte é o Twitter. Não bate a redação, mas ouço muita coisa pela primeira vez ali. Além disso, passam pelo Twitter muitos links interessantes. Se não leio na hora, jogo no Instapaper. Guardo coisa no Instapaper o dia todo.

O iPhone está sempre à mão, com inúmeros apps piscando notícias, Twitter idem.

Além dos principais sites de notícia brasileiros, ando por outros tantos diariamente. De tecnologia: Engadget, The Verge, Monday Note, Tech Crunch. Sou assinante digital do New York Times – é uma home constantemente aberta por aqui. Nieman Lab, de jornalismo. Recebo da WAN, Associação Mundial de Jornais, um email diário com os links mais interessantes. Leio os principais blogs de política brasileira: a começar pelo nosso Noblat.

No iPad, assino New Yorker, Economist e Runner’s World. As duas primeiras semanais, a outra mensal. Assino a Veja de papel – no mínimo para saber o que eles têm na capa. É obrigação profissional – invariavelmente fará parte da conversa na semana seguinte. Assino a Trip, também, revista para a qual escrevi muito e na qual tenho amigos. E a Piauí. Compro também habitualmente a Fast Company e a Wired, em papel. Este tipo de leitura, assim como a dos artigos que coleciono no Instapaper, exige mais tempo e relaxamento. Quando almoço sozinho, levo o iPad ou uma revista. No táxi de volta para casa, idem. Ou assisto a uma série ou leio alguma coisa. À noite, antes de dormir, idem.

Após escrever tudo isso, descubro: a neurose é brava.

Depois tomo Rivotril, com tanta informação não há Cristo que durma

Abaixo, o depoimento do Tutinha Carvalho sobre como se informa no seu dia a dia para tocar a Joven Pan e dúzias de empreendimentos que inventa e reinventa todos os dias. Com certeza, ele não se sente na encruzilhada do futuro do presente.

Acordo ouvindo a Jovem Pan (um som pra você) e o jornal da manhã, já com a internet ligada vou usando o feed de RSS buscando as notícias que eu tenho interesse, rádio, economia, esportes, tecnologia e headline news. Dou uma olha no Estadão, em algumas notícias pra me interar mais profundamente , e vou trabalhar  na Jovem Pan.

 

Já na radio  entro em sites de rádio de pesquisas musicais, Tipo billboard.com/allcess.comwww.eurochart.com e Musicweek.com. Durante o dia tô sempre ouvindo a JPAM e quando me interesso por alguma coisa entro de novo na internet pra me aprofundar.

 

 

 

 

 

 

A tarde, tenho reunião no portal Virgula para decidir conteúdos da semana, no meu caso mais ligados a entretenimento. Dou uma olhada nos portais da Cnn, Fox, Wired,T3, Flipboard e outros sites internacionais de música entretenimento.

 

 

 

 

 

 

Mais no fim do dia, o pessoal do Pânico se junta e nós vamos ao Youtube procurar casos engraçados ou vídeos que estão fazendo sucesso no mundo. Uso bastante também o site Iheart.com que vc pode ouvir as rádios do mundo todo. Aí tenho idéias de promoção, ouço os playlists da Europa que são bem diferentes dos EUA.

 

 

 

 

 

 

A noite, já em casa depois do jantar, TV ligada e computador ligado e esposa ligada que vão me contando as fofocas do FaceBook e Twitter e Glamurama, Circolare e outros de fofocas e entretenimento.

 

 

 

 

 

 

Depois tomo Rivotril, se nao com tanta informação não há Cristo que durma.

billboard: postolje, reklamni panel


(bi): would

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