Fui foca do jornalista Fernando Mitre na editoria internacional do Jornal da Tarde. Poucos anos depois, ele assumia a diretoria de redação do jornal. Foi a época mais rica do JT. Era uma redação criativa e divertida. A dedicação ao jornal era total. Lembro-me de um dia em que o Mitre tegiversava sobre seus hobbies, seu tempo de entretenimento. Fora os livros, cinema, teatro e os jantares na madrugada, depois do fechamento do jornal, o hoobby, o entretenimento eram as matérias do jornal voltadas para isso.

Hoje, o Mitre é o diretor de jornalismo da Rede Bandeirantes. Abaixo, seu depoimento para o Confins sobre como se informa nestes tempos da encruzilhada do futuro do presente.

De manhã, logo depois de acordar, continuo o acompanhamento dos fatos (na verdade, é uma continuidade) , me atualizando no contato com o meu pessoal de pauta, conferindo o conteúdo de alguns sites e falando com as primeiras fontes do dia. Recebo muita informação também via email . Na leitura dos jornais, dou preferência aos artigos, já que as notícias raramente me surpreendem. Á tarde, faço uma rodada mais completa com as fontes. A esta altura, já estou acompanhando a produção de matérias dos nossos telejornais e a divulgação de notícias em todo o sistema Band.   Leio as principais revistas brasileiras com certa disciplina. Time, The Economist e o noticiário do  NYTimes estão sempre presentes.  Globonews, BandNews e CNN sintonizadas. Um  olho voltado para a internet o tempo todo. Mas, muitas vezes, recebo excelentes dicas de ouvintes e telespectadores da Band, entre tantos que me procuram ( e que atendo sempre que posso).