René Fernandes Filho não foi afetada pelo dilúvio de informações nestes da  encruzilhada do futuro do presente. Ele não abre mão dos jornais. Pelo prazer e pela confiança na fonte. Arquiteto de sucesso no mercado brasileiro, não acompanha a crise da tradicional indústria da informação, consequência da emergência do novo ecossistema, e nunca teve motivos para fazer qualquer tipo de reflexão sobre o modelo de negócios dos jornais. Abaixo da foto, o seu depoimento para o Confins sobre como se informa no seu dia a dia.

esboço da infra do novo ecossistema da informação

Acordo e vou direto ao jornal. O único jornal que me agrada é o Estadão….não é para te agradar não. Durante anos li a Folha, mas já faz algumas décadas que migrei para o Estado. Mesmo quando viajo , na volta dou uma passada nas páginas mais relevantes. Na verdade considero o jornal o veículo mais abrangente e mais agradável de se manusear.Att. para a primeira página e editoriais, o assunto que for qdo é escrito pelo Gilles Lapouge, o caderno Cidades….que é o meu “reality show”, a Sonia Racy…já não tenho saco de ler e sim de ver as fotos.

Não leio notícias no computer, mas tenho o face como uma boa fonte de informação de assuntos que me interessam. Seja no mundo das artes, da arquitetura, ou até mesmo no comportamental….que me interessa e mto. Algumas pessoas se tornaram peças chaves para meu dia a dia, caso de Claudio Edinger, Fernando Rebelo assim como já foi Maria Ignez Barbosa no quesito decoração, qdo ela escrevia no Estado.  As revistas de arq. e decoração são peças chave. Assinei durante anos várias revistas além das que recebemos. Hoje tenho pouco tempo, tenho a Vogue, a Bamboo e a Arq. e Construção como base de informação. Tem outras revistas que curto, que são a TRIP, do Paulo Lima e tbém a a L+D, uma revista de iluminação IMPERDIVEL. Traz dicas de projetos e exposições pelo mundo tipo imperdiveis…Revistas tipo Veja, Época, etc , não me pegam nem em sala de espera. Será que deu para dar uma noção? Abs, René.