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É esta a tese deste artigo do Poynter. Para eles, este é o futuro do jornalismo. Eu  defendo que sempre foi esta a missão dos  jornais, como argumento neste texto: Articular públicos é a base do negócio dos jornais, do qual copio o trecho abaixo no qual argumento sobre o que os jornais dveriam estar fazendo em relação à internet, como eles deveriam estar cobrindo o processo de conversação da sociedade que se reflete na rede.

Monitoramento + curadoria + edição jornalística da aparente balburdia (O dilúvio está aí, falta o Noé), considerando a arquitetura da nova infraestrutura, a nova plataforma da informação, comunicação, articulação da sociedade. Ênfase para organização, não geração de informação. As fontes estão na rede, todas as fontes estão na rede. Não existem dois mundos, o analógico e o digital. Um é extensão do outro.  Conteúdo não é consequência da sua capacidade escrevinhadora. O conteúdo é o ponto de partida  para a articulação  da sociedade em torno dos seus  interesses. O momento hoje é das redes digitais, a geração  de conteúdo – monitoramento + curadoria + edição jornalística (agregação) – é o caminho para construir redes digitais de interesse específico ou de nicho, redes sociais dentro da rede, o conjunto das mídias que  a compoe.

Standing for journalism, strengthening democracy | Journalism training, media news & how to’s

Rodrigo Mesquita‘s insight:

a notícia sempre foi um convite para a conversaçao, para a a participaçao. o resto é manipulaçao ou distorçao

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