Rodrigo Savazoni tem uma relação cotidiana caótica com o mundo da informação através da rede. Recentemente, mudou-se para Santos. Lá, assina o jornal A Tribuna para acessar informações locais, que ele procura também em jornais gratuitos distribuídos  nas ruas da cidade. Abaixo, seu depoimento para o Confins, na série na encruzilhada do futuro do presente.

Passo o dia conectado. Seja por meio do meu SAMSUNG S2, rodando Android, ou por meio de um computador de mesa, nos momentos em que estou trabalhando.

Passo, portanto, o dia lendo notícias e me informando. Permanentemente. De forma caótica. Por meio de links que colho no twitter, no Facebook, em sites de notícias (visito quase todos, pelo menos um pouco). Para notícias de Esporte, ocorre algo que me irrita. Acostumei-me a entrar na página do Palmeiras no G1, que é claramente um veículo carioca. Um saco. Mas eles saíram na frente, com essa história de ter home de times, e de mostrar os gols, todos. Aí, viciei. Já tentei largar. Não consigo.

Já usei feeds de notícias assinados, mas hoje não faço mais isso.

Também tenho uma rotina meio caótica de visita a sites e blogs estrangeiros sobre cultura e tecnologia. Isso já foi mais organizado.
Não assisto a televisão. Dificilmente. Quando assisto, é futebol, conectado ao twitter por meio do tablet.

Desde que me mudei para Santos, assino A Tribuna, para acessar informações locais e leio outros jornais distribuídos nas ruas com notícias da cidade.

Aos fins de semana, ainda, vez em quando, compro um jornal, geralmente o Estadão, por vício de origem.  
Leio revistas, mensalmente, também no papel. A Wired, que assino no papel, a Select (para a qual vez ou outra escrevo) e a POLITICs, editada pelo Nupef.