O depoimento do Rainer Hartman sobre como se informa no seu dia a dia.

Obtenho minhas informações principalmente pela web. Praticamente não leio mais a mídia impressa. A nossa assinatura do jornal venceu há anos. Acesso alguns portais de notícia (UOL, Estadão, BBC, CNN e Al Jazeera, a última principalmente para notícias do Oriente Médio e Ásia), mas sinto que essas notícias não têm profundidade. Embora saiba que existem análises mais profundas na web, não me sinto inclinado a ler longos artigos.

Para essas análises, procuro The Economist. Assino essa publicação há décadas e, faz uns dois anos, passei da assinatura da revista em papel para assinatura apenas eletrônica. Isso me dá acesso total ao conteúdo pela web e via Android, além de uma versão completa em áudio. Essa última acaba sendo a forma que mais uso, pois permite que eu ouça boa parte das matérias enquanto estou no transporte público ou na academia.

Gosto de visitar o Reddit, para saber o que o público mais jovem e ligado à tecnologia anda fazendo, e um ou outro site, como, por exemplo, o Cool Hunting.

Sou curioso e sempre que fico sabendo de um site ou serviço interessante pelo Reddit ou The Economist, ou por outra forma, vou pesquisar para saber o que é. Tenho uma pasta entre os favoritos do Chrome chamada “Things to check out” para aquilo que quero investigar com mais calma.

Durante o meu trabalho, sempre ouço música via web streaming. Ultimamente, tenho ouvido uma estação de música clássica de San Francisco, a KDFC. Quando não a ouço, sinto falta.

Apesar de razoavelmente antenado no que acontece à minha volta optei por não usar o Facebook. Tenho uma conta aberta, zero amigos, não a mantenho. Confesso que, no fundo, não tenho tempo ou paciência para todos os rituais FB e me preocupo muito com a questão da privacidade.

Tenho uma conta no LinkedIn, mas uso essa ferramenta bem pouco.