Conrado Christiansen tem 30 anos, é formado em Comunicação pela ESPM, Escola Superior de propagando e Marketing, DJ profissional e como toda a família Christiansen um amante do mar e da vida. Como todos nós está emaranhado pela rede. Talvez, de uma forma menos stressada do que a turma com mais de 50 anos. Abaixo, seu depoimento de como se informa no dia a dia.

A rede é uma extensão dos meus espaços. Toda manhã quando acordo puxo meu smartphone, por ali vejo rapidamente as notificações de alguns aplicativos e dos meus canais mais importantes. Logo em seguida checo todas as minhas caixas de email. A princípio não respondo nada, nem as notificações, apenas olho todo o input de informações e defino uma ordem de prioridade para responder depois. Tomo um banho e no café da manhã começo a me interar das notícias do dia em algumas plataformas de conteúdo e curadoria, tais como: Google News, New York Times, Estadão, Uol, Valor Econômico, Zite, Flipboard, Pinterest, etc.

Assim que chego no escritório começo a responder aos emails que olhei antes e, quando dá tempo, leio o jornal impresso também. Em alguns momentos do dia entro no Facebook para abastecer as fan-pages que administro, também aproveito para acessar alguns grupos privados que faço parte. Ao contrário do Facebook, gosto de olhar a timeline do Twitter com mais profundidade. Nem tudo consigo ler na hora, para isso utilizo o Instapaper que armazena os links para ler depois quando eu tiver tempo. Quando estou navegando também utilizo sempre o Netvibes e o Delicious, onde recebo feeds e armazeno sites de minha preferência.

do outro lado do mundo

Á noite quando chego em casa geralmente leio um livro ou os artigos que salvei antes no Instapaper. Com certa frequência acesso o YouTube e passo por alguns canais que assino (assisto mais YouTube do que TV). Quando não estou tocando ou produzindo também entro no meu SoundCloud e em outros sites de música e produção musical. Para terminar, dou uma olhadinha no Instagram, afinal, é sempre bom estar perto das pessoas que você gosta ou admira, mesmo que do outro lado do mundo.